A atriz espanhola Verónica Echegui morreu no domingo, aos 42 anos, avançou esta segunda-feira o jornal "El País".

Hospitalizada nos últimos dias num hospital de Madrid, a notícia está consternar a indústria espanhola, onde poucos conheciam que lutava contra um cancro.

AS HOMENAGENS A VERÓNICA ECHEGUI EM ESPANHA.

Nascida a 16 de junho de 1983, a atriz era uma figura marcante e carismática no cinema e TV de Espanha dos últimos 20 anos, após dar o salto para a fama como protagonista de “Yo soy la Juani” (2006), de Bigas Luna, que lhe valeu uma nomeação de Melhor Atriz Revelação nos prémio Goya (os "Óscares de Espanha").

Voltaria a ser nomeada para o prémio máximo do cinema Espanhol, já na categoria de Melhor Atriz, por "El patio de mi cárcel" (2008) e "Katmandú, un espejo en el cielo" (2011), e como Atriz Secundária, por "Explota Explota" (2020).

O Goya chegou, mas na categoria de Melhor Curta-Metragem, como produtora, realizadora e argumentista de "Tótem Loba".

"El menor de los males" (2007), "Seis puntos sobre Emma" (2012), “La gran familia española” (2013), a série "Fortitude" (2015–2018, Amazon Prime Video) e as minisséries "Apaches" (2018), "3 caminos" (2021, Amazon Prime Video), "Intimidade" (2022, Netflix) e "Los pacientes del doctor García" (2023) eram outros momentos de destaque na carreira.

"À Fria Luz do Dia" (2012), ao lado de Henry Cavill, "The Hunter's Prayer - Assassino Contratado" (2017), "O Livro do Amor" (2022) e "Justiça Artificial" (2024), o seu último filme, foram títulos que estrearam em Portugal.

Entre 2010 e 2023, formou uma famosa, mas discreta, "pareja" com o ator Álex García, que conheceu durante a rodagem de "Seis puntos sobre Emma" e com quem voltou a trabalhar em "Kamikaze" (2014) e "No culpes al karma de lo que te pasa por gilipollas" (2016). Ele foi um dos produtores que também partilhou o Goya por "Tótem Loba".